Direito do Trabalho · Rio de Janeiro

Litígio trabalhista sem improvisação.

A CLT não perdoa prazo. A parte contrária não perdoa fraqueza. Esta banca entra para organizar a prova, escolher o campo de batalha e sustentar a tese até o fim — ou até o acordo que realmente vale.

Quando procurar

Situações em que a condução muda o desfecho.

Não se trata de “entrar com uma ação”. Trata-se de saber se a ação é a melhor arma — e, se for, de usá-la com precisão.

Rescisão e verbas

Demissão sem as contas certas, saldo, férias, 13.º, FGTS, multa e parcelas que o empregador “esquece” de quitar.

Horas e jornada

Banco de horas viciado, sobreaviso, intervalo suprimido, cargo de confiança usado como disfarce.

Assédio e saúde

Assédio moral ou sexual, assédio organizacional, acidente e doença do trabalho — com prova e tese, não com narrativa solta.

Pejotização e vínculo

PJ, MEI e “autônomo” que na prática eram empregados. O nome do contrato não apaga a realidade.

Acordo bem desenhado

Quando o acordo é a via, ele precisa de números, cláusulas e quitação que não voltem a assombrar o cliente.

Empresas

Orientação preventiva e defesa em reclamações, quando a empresa quer risco controlado — não teatro.

Padrão

Defesa implacável não é agressividade. É domínio do processo.

O juiz lê a peça. A empresa mede o risco. O cliente precisa de alguém que fale as duas línguas: a do direito e a do resultado possível. A condução aqui é sóbria, exigente e contínua.

  • Leitura de prazo e prescrição no primeiro contacto.
  • Mapa de provas — o que existe, o que falta, o que se obtém.
  • Tese única, bem armada, em vez de dezenas de pedidos frágeis.
  • Audiência preparada. Sem surpresa amadora.
Gláucia Drumond

O prazo trabalhista não espera.

Envie a rescisão, os holerites ou o relato objetivo. A triagem diz se há caso — e qual o caminho.

Resultados variam. Nenhum caso é igual ao outro e nenhum desfecho é garantido.